5 Dicas Como Perceber a Ansiedade Prejudicial  

#5 Dicas Como Perceber a Ansiedade Prejudicial  

1. Sensibilidade aumentada a estimulos negativos: Diante de uma situação desagradável você se percebe mais irritado (a), com taquicardia, com mau humor ou com menor paciência?

2. Foco nos seus pontos fracos: Você se vê pensando mais em seus defeitos do que em suas qualidades?

3. Dificuldade em focar em alternativas para a solução de problemas: Você com maior frequencia  não consegue pensar em alternativas diferentes para solucionar os problemas?

4. Preocupação excessiva com  uma possível ameaça: Você se percebe pensamento demasiadamente em um problema futuro?

5. Estimativa exagerada da ameaça: Você se percebe aumentando a gravidade do problema?

Verifique esses 5 pontos, e assim, com maior autoconhecimento, você começa a reduzir a sua ansiedade.

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Abraços,
Paulo.

Como Controlar a Ansiedade?

Trechos do Livro Transtorno de Ansiedade – A. Beck e D. Clark

Temas a serem desenvolvidos:

• Definição de ansiedade e o papel do medo

• A natureza universal e adaptativa do medo

• Explicação cognitiva para ativação inadequada do programa de ansiedade

• Consequências da ativação inadequada da ansiedade

• Fuga, evitação e outras tentativas de controlar a ansiedade

• Meta do tratamento: desligar o programa de ansiedade

• Estratégias de tratamento usadas para desativar o programa de ansiedade

• O papel de outras abordagens à redução da ansiedade (p. ex., medicamentos, relaxamento, fitoterápicos)

Medo =

•AVALIAÇÃO AUTOMÁTICA BÁSICA DE PERIGO

Ansiedade =

•ESTADO PERMANENTE DE AMEAÇA QUE ENVOLVE ALÉM DO MEDO, a aversão percebida; incontrolabilidade; incerteza; vulnerabilidade (desamparo); incapacidade de obter resultados desejados.

O foco principal das intervenções cognitivas é a modificação de estimativas (avaliações) exageradas

•Da probabilidade e gravidade da ameaça; •de avaliações de vulnerabilidade pessoal; • e falta de segurança.

A normalização do medo e da ansiedade é alcançada enfatizando: • a universalidade da ameaça, •as experiências passadas do paciente com sinais ansiosos •e a natureza situacional ou variável dos gatilhos ansiosos

•Corrigir a baixa auto eficácia percebida para ansiedade salientando como uma discrepância entre capacidade prevista e desfechos passados reais contribui para a ansiedade.

•abordagem de solução de problema para expandir o repertório de recursos de enfrentamento adaptativos e para promover experiências positivas para aumentar a auto eficácia

•Abordar: • as avaliações de risco errôneas, •o processamento inibido de sinais de segurança; •as respostas mal adaptativas de evitação e busca de segurança; •Interromper gradualmente as respostas mal adaptativas de busca de segurança; •substituir por estratégias alternativas, mais adaptativas durante um período de tempo prolongado

Quatro desvantagens da fuga/evitação:

•Ela impede o aprendizado de que situações são seguras, não perigosas ou ameaçadoras (isto é, fracasso em desconfirmar avaliações e crenças errôneas de ameaça).

•O alívio subjetivo associado com fuga/evitação reforça esse comportamento em futuros episódios de ansiedade.

•Ceder à fuga/evitação aumentará a sensação de culpa e desapontamento do indivíduo e uma perda de autoconfiança.

•O alívio imediato associado com fuga/evitação aumenta a sensibilidade do indivíduo a sinais de ameaça de modo que no longo prazo  manterá ou mesmo aumentará o medo e a ansiedade

Após os exemplos de busca de segurança serem obtidos, essa forma de enfrentamento da ansiedade poderia contribuir para sua manutenção porque:

•Ela impede o aprendizado de que seus medos (ameaças percebidas) não têm fundamento (Salkovskis, 1996a).

•Ela cria uma falsa sensação de segurança (p. ex., o indivíduo com transtorno de pânico desenvolve a crença mal adaptativa de que a companhia de um amigo íntimo de alguma forma reduz o risco de palpitações cardíacas e de um ataque cardíaco)

•A ansiedade clínica é uma resposta afetiva automática à ativação inadequada do medo que alcança o sistema operacional mental do indivíduo. •O objetivo da terapia cognitiva é desativar, ou “desligar”, o programa do medo por meio de mudanças deliberadas

•Avaliações de probabilidades superestimadas – •“Estou exagerando a probabilidade de que alguma ameaça ou perigo ocorra?” •Avaliações de gravidade  exageradas – •“Estou excessivamente focado no pior desfecho possível? •Estou exagerando a gravidade de um desfecho negativo?”

•Primeiras habilidades ensinadas na terapia cognitiva é: • a capacidade de identificar e registrar os pensamentos, imagens e avaliações apreensivos automáticos que caracterizam episódios ansiosos. Além disso, os pacientes escrevem suas observações dos sintomas físicos e comportamentais da ansiedade. •O auto monitoramento dos pensamentos ansiosos é uma habilidade previamente necessária para a reestruturação cognitiva.

•A busca de evidência pode ser um método efetivo de contestar um pensamento ansioso exagerado encorajando o indivíduo ansioso a mudar de avaliações baseadas no afeto (ou seja, raciocínio ex‑consequentia: “sinto -me, portanto devo estar em perigo”) para avaliações de uma situação baseadas em evidências

•A análise de custo -benefício é uma intervenção cognitiva que ensina os pacientes a adotar uma abordagem pragmática examinando as vantagens e desvantagens imediatas e de longo prazo de presumir ameaça exagerada ou, alternativamente, de adotar uma visão mais realista.

•A descatastrofização envolve a identificação do “pior cenário possível” associada com uma preocupação ansiosa, a avaliação da probabilidade desse cenário e então a construção de um desfecho moderadamente inquietante mais provável. •A solução de problema é usada para desenvolver um plano para lidar com o desfecho negativo mais provável

•Os pacientes aprendem a identificar os erros cognitivos e o raciocínio indutivo errôneo que caracteriza um estilo de pensamento ansioso. Essa intervenção ajuda os pacientes a desenvolver uma postura mais crítica em relação a seus pensamentos ansiosos automáticos

Síntese: Prof. Paulo Antônio Almeida

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