O corpo fala! “O que você é, grita tão alto que eu não consigo escutar o som da sua voz!

Trecho do livro

Comunicação e Oratória

Autor: Paulo Antonio Almeida

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O corpo fala!

“O que você é, grita tão alto que eu não consigo escutar
o som da sua voz!”

A minha orientação é sempre no sentido
de valorizar o estilo pessoal de cada participante.

Agora, é
fundamental buscar a harmonia, o equilíbrio e uma postura
corporal coerente e consistente.

Pense em uma linha imaginária passando no meio dos pés,
subindo pelo centro das pernas, indo em direção ao abdômen
e ao tórax. É preciso pensar em um alongamento onde ossos e
músculos estejam alinhados, através do contato com o chão, em
um sentido equilibrado e em harmonia.

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Respeitar os limites do corpo e buscar uma coluna que se
alongue por trás, para cima e para frente, com suavidade são
objetivos importantes que auxiliam na oratória. E ao mesmo tempo
pensar na base da coluna, direcionada para baixo, em direção
ao chão.

O alongamento acontece quando duas forças opostas
entram em tensão contínua. Com leveza. É fundamental permitir
que a musculatura ceda, sem excesso de tensão, para haver um
alongamento eficaz e saudável.

Pensar em um corpo flexível, maleável – como um artista
que com um pincel desenha um quadro – você também poderá
desenhar com o seu corpo formas e expressões que demonstrem a
sua humanidade de uma forma equilibrada.

Como também buscar
ter uma base estruturada a partir dos pés.

Pensar em um corpo flexível, maleável – como um artista
que com um pincel desenha um quadro – você também poderá
desenhar com o seu corpo formas e expressões que demonstrem a
sua humanidade de uma forma equilibrada. Como também buscar
ter uma estruturada a partir dos pés.

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Os pés
A base – buscar uma boa distribuição do peso do corpo
é fundamental para uma harmonia integral. Manter o corpo em
um alinhamento saudável requer um contato sólido e firme com
o chão.

A gravidade é a base para um alongamento eficaz, e
consequentemente, sentir o chão “empurrando” com os pés bem
apoiados irá possibilitar uma maior segurança no deslocamento
do palestrante. Muitas vezes as pessoas se apoiam em uma das
pernas, e vão se acomodando nessa posição, fazendo uma torça
que é prejudicial para o organismo. Isso gera desequilíbrio e uma
imagem negativa. Ainda que o palestrante esteja em silêncio, ou
em uma pausa, é necessário que o seu corpo esteja sempre alerta,
canalizando a energia, buscando um alongamento constante e
relacionando-se com o público de maneira sustentada e intensa.
E usar o espaço também com parcimônia.

Não ficar
deslocando o tempo todo para um lado e para o outro. Colocar
os pés bem colocados. Deslocar novamente com tranquilidade.
O peso bem distribuído nas duas pernas. Relacionando-se com o
espaço de forma harmoniosa e equilibrada. Assim, a execução de
exercícios de alongamento trazem flexibilidade ao corpo e auxiliam
na apresentação em público.

Menos é mais!

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Podemos verificar ao assistir os clássicos do cinema
mudo, como Charles Chaplin trabalhava a plasticidade dos
seus movimentos. Com poucos gestos, expressava toda a sua
alma. Uma mudança em seu olhar, ou um leve inclinar de sua
cabeça, ainda hoje, nos emociona profundamente. O desafio
é expressar muito com pouca movimentação. Essa expressão
menos é mais, significa a busca de se expressar muito conteúdo
com poucos gestos.

EQUILÍBRIO CORPORAL

 

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Diante do público, é possível buscar um bom equilíbrio e
bom equilíbrio e bom tônus muscular para concentrar a energia e
transmitir uma coerência entre a linguagem verbal e a não verbal.
O foco deve ser o controle dos gestos, da expressão fácil e do
volume e nuances da voz. Este controle é um instrumento poderoso
de comunicação.

O escritor Guimarães Rosa também recomenda cortar os
excessos dos textos. Buscar uma linguagem mais rica com menos
palavras. Por exemplo: Sertão: estes seus vazios. Três palavras
que nos tocam profundamente. O sertão pode ser a nossa alma.
Os vazios os nossos silêncios e desejos nunca preenchidos.

O Olhar

É um desafio para todos os participantes. Durante o clássico
exercício de estar frente a frente com uma outra pessoa, apenas
olhando em seus olhos, as pessoas sentem-se profundamente
acomodadas e desconcertadas. São raros aqueles que declaram
se sentir à vontade diante do olhar do seu colega. A maioria afirma
que o olhar transmite muito mais do que as palavras conseguem
transmitir. As pessoas se sentem vulneráveis, expondo a sua alma
ao outro – é a janela da alma e do espírito.

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Os alunos sempre perguntam: o que fazer com o olhar diante
de uma platéia? A orientação é que pensem na flexibilidade de
uma forma geral, ou seja, deixar o olhar percorrer o ambiente
de uma forma tranquila e serena. Você poderá olhar para uma,
ou mais pessoas, mas evite fixar o olhar em uma única pessoa.
Nesse momento, a respiração é um forte auxílio para controlar o
nervosismo.

De uma forma geral, quando se está em um ambiente pequeno,
de até 50 pessoas – recomenda-se olhar nos olhos de cada pessoa,
de uma maneira geral, a medida que a palestra se desenvolve,
de uma forma espontânea e tranquila. Quando subimos para 100,
150 pessoas podemos olhar para algumas pessoas. Direcionar o
olhar para o grupo, como um todo, sempre que possível, é mais
recomendado. E acima de 150 pessoas, volta-se na máxima de se
pensar no todo, e olhar para o auditório de uma forma ampla, na
linha do horizonte.

Lembre-se que a rigidez é a inimiga da comunicação. Essas
dicas são orientações que devem ser adaptadas acada pessoa e
para cada situação distintamente.

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Um outro fator muito importante é que mesmo com um
planejamento perfeito realizado antecipadamente, – o aqui e
agora – é sempre uma novidade. As pessoas devem se preparar
para alterações repentinas que dão frescor e espontaneidade a
apresentação. Ainda que você saiba exatamente qual é o seu público
alvo, é preciso estar pronto para surpreender e ser surpreendido.

 

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RESPIRAÇÃO

A prática da respiração, coordenando inspiração e expiração
em harmonia com os movimentos das mãos, se constitui em um
eficiente treino de coordenação motora e de apresentação. A
respiração é fundamental para controlar a ansiedade e buscar uma
movimentação suave, sem excessos.

Os exercícios de Tai Chi Chuan auxiliam no controle tanto
da respiração quanto da coordenação das mãos e os demais
movimentos. E é uma prática que traz benefícios globais para a
saúde. Outra técnica recomendada: As 18 terapias LIAN GONG são
extremamente úteis para fortalecimento da energia vital, bem como
para aperfeiçoamento do controle emocional.

A prática da respiração, coordenando inspiração e expiração
em harmonia com os movimentos das mãos, se constitui em um
eficiente treino de coordenação motora e de apresentação. A
respiração é fundamental para controlar a ansiedade e buscar uma
movimentação suave, sem excessos.

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Os exercícios de Tai Chi Chuan auxiliam no controle tanto
da respiração quanto da coordenação das mãos e os demais
movimentos. E é uma prática que traz benefícios globais para a
saúde. Outra técnica recomendada: As 18 terapias LIAN GONG são
extremamente úteis para fortalecimento da energia vital, bem como
para aperfeiçoamento do controle emocional.

O Lian Gong em 18 Terapias é uma prática

corporal elaborada na década de 70 pelo médico ortopedista da
Medicina Tradicional Chinesa, Dr. Zhuang Yuan Ming, que vive em
Shangai. A técnica, composta de 18 exercícios para prevenir e
tratar de dores no corpo, obteve bons resultados e foi escolhida
pelo governo chinês para ser divulgada para a população. O Dr.
Zhuang, seu criador, recebeu o prêmio de Pesquisa Cientifica de
Resultado Relevante,. Posteriormente, ampliou a técnica e adicionou
mais duas partes com 18 exercícios: uma para prevenir e tratar de
dores nas articulações, tenossinovites e disfunções dos órgãos
internos e, a outra, para prevenção e tratamento de doenças das
vias respiratórias.

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A respiração é fundamental no sucesso de uma apresentação em
público. Respirar deveria ser uma prática natural e saudável.
Infelizmente os vícios de nossa educação, e as tensões a que
estamos submetidos tanto na vida profissional quanto pessoal e
familiar, geram enrijecimentos. Couraças de caráter nos adoecem e
nos limitam a ter uma vida plena de saúde física, mental, emocional
e espiritual.

RESPIRAÇÃO

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O principal músculo da respiração é o diafragma. “É um
músculo estriado esquelético em forma de cúpula e principal
responsável pela respiração humana (também é auxiliado pelos
músculos intercostais e outros músculos acessórios); serve de
fronteira entre a cavidade torácica e a abdominal!”
Para facilitar o contato e a auto percepção do diafragma,
recomendo aos alunos que coloquem as mãos na altura
do estômago. Em seguida peço que simulem uma tosse.
Automaticamente o diafragma se manifesta, como se empurrasse
as mãos dos participantes.

A orientação para os alunos é a seguinte:
-Eu gostaria que vocês colocassem a mão na altura do estômago.
Agora, você simula que está tossindo. Isso! A mão de vocês foi
empurrada! Não é isto?

-É o diafragma! Este músculo importantíssimo da respiração.
-E por que é que eu estou falando no diafragma?

Para quem já conhece, os cantores, os atores, usam muito
exercitar o diafragma e os palestrantes também. Por quê? Porque
o diafragma é o principal músculo da respiração. Ele sustenta a
coluna de ar dentro do tórax.

Faz com que as cordas vocais vibrem
numa frequência positiva para que a sua voz seja emitida. E então
se você tem o músculo diafragmático bem trabalhado, você pode
aguentar falar durante uma hora, duas, três ou passar o dia todo
falando, que a sua voz não vai se cansar.

Ao mesmo tempo eu posso falar baixo e projetar
a minha voz. A projeção da voz no espaço se dá
através do apoio do diafragma.

RESPIRAÇÃO

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Ou seja, a respiração nos tranquiliza. E então além de ser
um veículo, um músculo para ajudar na fala, a respiração pode
diminuir nossa ansiedade. Então durante o dia, se você sentar um
pouco e parar um pouquinho para respirar, vai trazer bem para
você. Ajuda a diminuir a pressão do trabalho.

Essa é uma experiência simples que você poderá fazer, e
assim se conscientizar do funcionamento desse músculo. Uma
vez, tendo consciência do músculo é fundamental realizar o
treinamento de uma respiração profunda, iniciando na região
abdominal e ampliando para a região torácica superior.

Aumentar
a capacidade de respiração e o volume de ar dentro dos pulmões
irá trazer bem estar e maior controle da fala. Ampliar e controlar
a respiração é um excelente caminho para diminuir a ansiedade
e lidar melhor com a angústia diária, e conseqüentemente com o
nervosismo diante da plateia, em uma apresentação em público.
Inspirar e expirar lentamente antes de
uma apresentação, ou mesmo diante de um
conflito, são formas eficazes de se buscar um
equilíbrio emocional.

Anatomicamente falando, o diafragma funciona com um
fole: ao inspirarmos, expande os pulmões que se ampliam, e o
ar entra; ao expirarmos o diafragma comprime os pulmões para
o ar sair. O controle do diafragma consiste em evitar que haja
uma compressão rápida os pulmões.

Ou seja, treinar para que
o diafragma se mantenha o maior tempo possível expandido, e
lentamente permitir a expiração de uma forma contínua, lenta
e controlada. O diafragma controla o volume de ar que passa
pelas pregas (cordas) vocais, fazendo-as vibrar, e gerar os
sons para a fala.

O próximo passo, após a respiração, para se controlar a emissão
vocal, consiste em se treinar a ressonância das vocalizações,
ou seja, com a boca fechada deve-se fazer um som, como “um
mugido de boi”, vibrando as pregas (cordas) vocais. E criando
uma ressonância nos ossos da face e do tórax, similar a uma caixa
de som amplificada.

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São exercícios muito eficazes para se conseguir um aumento no
volume e consequente projeção da voz no espaço. A boa vibração
sonora faz com que o corpo funcione como uma potente caixa
acústica, ampliando a voz e projetando-a no ambiente de uma
forma agradável e harmônica.

Após o treino do “mugido do boi” deve-se vocalizar a vogais: a,
e , i , o, u. Esse treino das vogais irá criar uma base sonora para
as frases e discursos. Ou seja, com as vogais bem colocadas no
aparelho fonador, haverá maior probabilidade do texto ser articulado
e bem colocado para os ouvintes.

A articulação e dicção das palavras é outro treinamento que
necessita ser realizado continuamente, pois estamos falando de
músculos – face, boca, língua, diafragma – sendo necessário
manter um condicionamento físico apropriado.

As brincadeiras de trava-língua são boas ferramentas para o
aprimoramento da dicção. A leitura em voz alta de textos diversos,
inclusive em outros idiomas, é outro instrumento que agiliza e
aumenta sobremaneira a capacidade de articulação das palavras
e frases. Ressalte-se que estamos falando de casos onde não há
incidência de patologias graves no sistema fonoaudiológico.

A VOZ

Um exemplo de trava-lingua:
O bispo de Constantinopla é bom
Constantinopolizador. Quem
o desconstantinopolizar, bom
constantinopolizador será

 

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São exercícios divertidos e precisam ser feitos com alegria e
descontração para que os resultados sejam satisfatórios. A
repetição é a alma do aprendizado. E nesse caso, repetir a leitura
tanto de textos quanto de exercícios de dicção é fator de sucesso.
A orientação nesse treinamento é tentar se concentrar apenas nas
sílabas e não na palavra ou no texto todo. Assim, os acertos são
maiores e a ansiedade é controlada.

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Abraços,

Paulo.

P. S. Assine meu canal!

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Ebook Comunicação e Oratória – Autor: Paulo Antônio Almeida

 

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Autor: Paulo Antônio Almeida

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Este livro é um guia prático para o aperfeiçoamento da comunicação em todos os níveis. Vou apresentar pontos positivos e pontos de melhoria para serem aplicados em seu dia a dia. Espero que você leitor se reconheça nas histórias contadas, e se desenvolva com essa leitura!

 

 

Este livro foi escrito com base em minha experiência profissional e possui o objetivo de disseminar o diálogo aberto e a capacitação para um maior número de pessoas. Acredito que a comunicação em público seja uma prática libertadora.

Eu posso falar em público é uma expressão que passa pela palavra dita, pelo silêncio compartilhado e pelo amor transmitido. É uma conquista de todos nós. Vale a pena se aventurar e investir no crescimento pessoal e profissional através da palavra.

Você vai encontrar exercícios práticos para melhorar sua expressão oral e ainda controlar a emoção e o medo de falar em público.

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Dicas de Oratória

Este é um guia prático para o aperfeiçoamento da comunicação em todos os níveis. Vou apresentar pontos positivos e  pontos de melhoria para você ser um Palestrante de Sucesso!

alem

Sobre o autor: Paulo Antônio Almeida é apaixonado pela expressão oral e pela magia que a arte nos proporicona.  Há mais de 10 anos realiza processos de coaching com foco em oratória, liderança, desenvolvimento pessoal e organizacional, além de ser palestrante em vários eventos nacionais e internacionais.  Transformar o sonho das pessoas em realidade. Tornar o impossível em realidade é sua meta.

Psicólogo pela Universidade Federal de Minas Gerais (1989), Especialista em Políticas Publicas pela UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto), Mestre em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro de Minas Gerais.

Formação em Coaching com certificação Internacional pelo IBC.

Diretor da Marketing500, Experiência de mais de 20 anos na área de Psicologia e Administração, com ênfase em Processos Grupais e de Comunicação, Pesquisa de Mercado, Comportamento do Consumidor, Processos de Desenvolvimento Organizacional, Coaching.

Professor do IBJUS – Instituto Brasileiro de Direito

Fundador do Curso de MBA em Coaching do Centro Universitário UNA em BH, MG.

Coordenador do Curso de Coaching e Inovação  e Professor da PUCMINAS nos Cursos de Pós graduação em Gestão de Pessoas, Gestão de Projetos e Gestão Empresarial.

 

# Dica 1 : Para além da linguagem corporal

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As emoções ao longo da vida deixam marcas em nosso corpo, e podem definir nossa estrutura humana e visão de mundo.

Um dos exercícios que proponho para os alunos é a auto percepção corporal. Neste momento que você está lendo este livro, verifique onde estão suas mãos. Como elas estão? Cruzadas ou não? E a coluna como está? E a cabeça? O treinamento da auto-observação nos auxilia a controlar nossos gestos. Eliminar excessos de movimentações e ter uma postura mais firme e precisa é um dos objetivos do treinamento em oratória.

Os atores do cinema mudo, os bailarinos, artistas de circo, palhaços utilizam a linguagem corporal com muita eficácia.

Alguns estudos apontam que 70% das nossas mensagens são transmitidas pela linguagem corporal. Muitas vezes até o ouvinte apreender o conteúdo verbal demora. A postura, o gestual, a aparência, o vestuário, são mensagens que transmitem significados. Entretanto, a linguagem não verbal pode ser mal interpretada, e assim, a linguagem verbal tem um papel fundamental de esclarecer os conteúdos, e assim evitar ruídos na comunicação.

Estar atento aos pequenos sinais nos educa para ampliar nossa capacidade de percepção das pessoas e do ambiente a nossa volta.

 

A nossa linguagem corporal é repleta de símbolos, e muitas vezes o corpo fala aonde a palavra não alcança.

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Ir além da linguagem corporal significa buscar compreender a alma e o coração das pessoas. Muitas vezes uma pessoa pode estar com os braços cruzados, e isso pode não significar que está fechada para o mundo. E sim que está refletindo, ou pensando em uma ideia, ou está mais introspectiva.

Assim, é preciso que nos guiemos além da linguagem não verbal, para entrarmos no reino da palavra que simboliza e esclarece nossas dúvidas.

As mãos que tecem, oram, afagam, batem palmas, golpeiam e abraçam são o reflexo do nosso interior, e do nosso estado de espírito. As mãos do maestro ditam ritmos, compassos, melodias – As mãos do artesão afagam o barro e criam formas divinas.

Os alunos sempre perguntam: onde coloco as minhas mãos?!!!! Cuidar das mãos para fiquem calmas, tranquilas e serenas. O objetivo é transmitir ao público uma paz de espírito. As mãos podem representar nossa alma.

A minha orientação é: você pode fazer o que você quiser, com seu corpo, com o seu gesto, desde que seja menos. Menos é mais. Ou seja, menos gesto é mais comunicação.   É importante ter flexibilidade e um bom tônus muscular.

 

# Dica 2 : A articulação e dicção

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A articulação e dicção das palavras é outro treinamento que necessita ser realizado continuamente, pois estamos falando de músculos –  face, boca, língua, diafragma – sendo necessário manter um condicionamento físico apropriado.

Lembrando que são coisas diferentes: Você falar espontaneamente e escrever. Ler o que você escreveu. São mídias diferentes. Veículos de comunicação diferentes. E então muitas vezes,  as pessoas falam assim: “Olha Paulo, tudo o que eu escrevi lá, na hora de falar, fugiu tudo! Deu branco! Eu não falei nada do que eu escrevi!” Isso acontece porque são veículos de comunicação diferentes. É importante você se preparar para as mudanças que ocorrem enquanto você fala.

O equilíbrio e a harmonia são fundamentais em toda vida e expressão humana. Essa busca necessita ser constante, como também a compreensão de que somos imperfeitos. Durante uma apresentação o erro necessita ser incorporado como fazendo parte do processo.

É fundamental durante o treinamento, e durante a nossa própria vida enfatizarmos o lado positivo e produtivo das experiências. Do contrário, saímos perdendo, principalmente perdemos o convívio com as pessoas e com a comunidade.

A minha experiência com os alunos tem demonstrado que um dos principais fatores de inibição é o alto nível de exigência consigo mesmo.

Uma forte repressão, por parte da família , da sociedade e do próprio indivíduo que auto reforça a sua incapacidade. No geral a nossa sociedade está fixada no erro, por exemplo: “Você tirou 8 na prova valendo 10?” Ou por que você tirou 9,8 e não 10? O erro é muito enfatizado, enquanto que os acertos, ainda que pequenos mas significativos, passam desapercebidos.

# Dica 3 : Ritmo

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A consciência sobre o ritmo da leitura necessita ser constante. A variabilidade dos tons da voz e da velocidade da fala fazem com que o ouvinte se interesse mais pelo conteúdo. Os treinos sobre as mudanças rítmicas envolvem a capacidade de fazer exercícios com o corpo, como a dança e as brincadeiras rítmicas.

É preciso estar atento ao fato de que eu preciso mudar o ritmo da minha fala para não cair na monotonia. Se você fala muito suave, vai indo a plateia fica com sono. De vez em quando você tem que dar uma puxada no ritmo.

# Dica 4 : Ouvir e Feedback

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Ouvir também é uma atividade. Muitas vezes, acreditamos que é só falar, mas ouvir é fundamental. A escuta ativa é uma competência a ser desenvolvida. Às vezes as pessoas querem só falar. Só desabafar. Ouvir é uma prioridade.  É um exercício que você precisa praticar.  Ouvir como pai, como gestor, como colega, como membro da equipe.

É importante exercitar feedback para todas as pessoas e equipes de vocês. Olhar as pessoas nos olhos.  Principalmente falar dos aspectos positivos do comportamento. O retorno positivo modifica o comportamento. E pode transformar as pessoas. A mudança de comportamento é mais eficaz quando o retorno é positivo. Os feedbacks (retornos) nos ajudam na aprendizagem. Refletir é  uma ação de humildade.

O feedback constante reduz as possibilidades de atrito e a gestão de conflitos torna-se mais eficaz. Os monges renascentistas faziam um exercício muito interessante. Eles se colocavam em círculo e treinavam a eficácia da comunicação através de uma repetição simples. Ao ouvirem a fala de outro colega, repetiam exatamente o que o colega havia dito, como se fosse um eco e um espelho. Assim que a fala tivesse sido repetida de forma idêntica, o monge daria sua opinião (feedback) a respeito. É um exercício simples, mas bastante eficaz. Treina as pessoas a ouvirem atentamente o outro, sem aumentar nem diminuir o conteúdo.

A partir desse exercício você se dispõe atentamente a entrar em contato com as opiniões, os comentários e os sentimentos de outro ser humano. É a busca de uma intimidade que desvenda as verdades e os fantasmas de cada pessoa. Interagir com o outro para conhecer e se fazer conhecido. É a busca pela dignidade, pelo respeito, afeto e carinho que nos mantém saudáveis e com disponibilidade para aprender e trocar experiências.

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Todo relacionamento é uma construção que recebe tijolos em um alicerce bem fundamentado. A construção desse alicerce inicia-se  no processo de ouvir atentamente, e se mostrar interessado nos sentimentos e ideias compartilhados pelo outro.

# Dica 5 :Atitude Mental

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Esse tema é de suma importância, pois muitos alunos e até palestrantes profissionais, podem se equivocar ao observarem a postura corporal de um ouvinte. Uma pessoa na plateia que está balançando as pernas, pode ser interpretada como alguém que não está aprovando a palestra, mas na verdade ao se verificar, pode ser um tique nervoso, ou até mesmo uma necessidade fisiológica. Ou seja, essa pessoa está tensa com ela mesma, independente do tema ou do palestrante.

Nesse sentido, a atitude mental de autocontrole diante dessas circunstâncias, faz com que o profissional da oratória sinta-se seguro e confiante. Assim poderá dar continuidade ao seu trabalho, sem interromper ou se auto denegrir. Ou até mesmo fazer uma avaliação pejorativa de sua palestra.

Vivemos em um mundo de imagens, mas é a linguagem que nos torna seres humanos. Então a interpretação dos gestos está intimamente relacionada ao símbolo linguístico presente em nosso imaginário. Acontece que a nossa mente é traiçoeira, ou seja, há uma configuração consciente e inconsciente que faz com que as nossas percepções sejam, muitas vezes, errôneas e equivocadas. Na verdade, vemos o mundo “através da janela da nossa percepção”. E essa percepção possui um filtro social, político, econômico, familiar, profissional e outros tantos, que criam uma distorção favorável ou desfavorável, dependendo do contexto em que nos encontramos.

 

# Dica 6 : Ansiedade

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A ansiedade diante da plateia é um fenômeno psíquico dos mais complexos e interessantes.

O corpo reage com tremores, taquicardias e tremor dos músculos e ossos.  É preciso distinguir a excitação do momento com o nervosismo. O corpo precisa estar preparado para viver essas emoções intensas. As atividades físicas, meditações e respiração profunda auxiliam nesse controle.

A maioria dos alunos declara sentir uma grande tensão ao ter que “subir no palco”. A emoção que sentem é muito forte e está misturada com uma dose de vontade e desejo de se expressar, com o pavor do julgamento dos outros, e muitas vezes, a exigência consigo mesmo é muito elevada. As pessoas não se perdoam por trocar uma letra, ou “ tropeçar” em uma palavra. Perdoar-se é um caminho  de cura.

 

# Dica 7 : Percepção

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A percepção que temos dos fatos e da vida é interna. Os nossos sentidos captam as informações e as transformam dentro de nós. Em nossa alma alimentamos nossos sonhos e fantasias. Essas imagens internas moldam o nosso jeito de experimentar o mundo. Mudar o nosso interior exige concentração, auto conhecimento, foco e determinação. A chave abre e fecha só por dentro. Dentro estamos seguros, salvos e podemos descansar. Mas é lá fora que vencemos a batalha que iniciamos em nosso interior.

Ao falar em público, o ser humano busca fazer o melhor, para agradar e ser reconhecido. Neste movimento de fazer o melhor, as pessoas ficam exaltadas, e ao mesmo tempo mais tensas, gerando assim um volume de emoções e sentimentos, que podem gerar confusão e reações adversas.

Ter consciência sobre estes sintomas, emoções e comportamentos complexos, nos auxilia a desenvolver habilidades e técnicas para nos dar maior harmonia e equilíbrio. Dentro desta perspectiva temos alguns sinais corporais que são mais explícitos tais como os movimentos das mãos.

# Dica 8 : Planejar a Palestra

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A estrutura lógica de uma apresentação envolve 4 fases principais:

Apresentação

Preparação

Desenvolvimento

Conclusão

Esse é um formato básico de um modelo que poderá ser adaptado ao estilo de cada indivíduo.

Eu recomendo que a apresentação  seja breve e que contenha o seguinte conteúdo:

Introdução: Bom dia, boa tarde ou boa noite. Meu nome é _________. Fale de sua alegria e satisfação em estar compartilhando esse momento com o público e agradeça a oportunidade. Recomenda-se uma referência ao local e as pessoas com objetivo de aproximar-se da plateia, buscando a simpatia e sinergia com os ouvintes.

preparação representa um contrato imaginário realizado entre o palestrante e a plateia.  Esse contrato possui o ojbetivo de focar o conteúdo preparando  as pessoas para acompanharem o discurso.

O desenvolvimento é o momento de maior duração de uma apresentação. Durante esse período, o palestrante irá trazer dados, análises, conteúdos, testemunhais, ilustrações dentre outros recursos para comprovar e confirmar a preparação e as promessas realizadas anteriormente.

A conclusão  deve ser uma etapa curta – mais curta que a introdução – pois deve-se evitar começar a conclusão e em seguida voltar a se falar sobre um tópio do desenvolvimento. Recomenda-se utilizar expressões do tipo:  para concluir…finalizar…fechar…enfim….e utilizar uma frase ou comentário sugestivo.

Todo aprendizado necessita ser constante. Devemos sempre pensar no aperfeiçoamento contínuo. A humildade de buscar o crescimento é fundamental.

# Sobre a M500 e Coaching Innovation Brazil

A M500 e Coaching Innovation Brazil são especializadas em desenvolver pessoas e organizações, para transformar vidas.

Criamos estratégias para trazer resultados. Somos uma

empresa de produção de consultoria, coaching e pesquisa.

Acreditamos no talento e criatividade das pessoas.

Precisa de ajuda para desenvolver sua oratória? Conte com a gente!

31 30160253 – 31 999610253 – pauloalmeida@pucminas.br

 

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Autor: Psicólogo pela Universidade Federal de Minas Gerais (1989), Especialista em Políticas Publicas pela UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto), Mestre em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro de Minas Gerais.
Formação em Coaching coCanal Paulo Antônio Almeidam certificação Internacional pelo IBC.
Diretor da Marketing500, Experiência de mais de 20 anos na área de Psicologia e Administração, com ênfase em Processos Grupais e de Comunicação, Pesquisa de Mercado, Comportamento do Consumidor, Processos de Desenvolvimento Organizacional, Coaching. Fundador do Curso de MBA em Coaching do Centro Universtário UNA em BH,MG. Coordenador do Curso de Coaching e Inovação, Professor da PUCMINAS nos Cursos de Pós graduação em Gestão de Pessoas, Gestão de Projetos e Gestão Empresarial